Para buscar resultados que tenham mais de uma palavra:
- use o operador AND. Ex: projeto AND saúde
Para buscar resultados com sequência exata de palavras:
- use os termos entre aspas. Ex: "reunião especial"
Para buscar resultados que contenham uma ou outra palavra:
- digite as duas palavras normalmente. Ex: meio ambiente saúde
Para buscar resultados sem um termo específico:
- antes do termo que deseja excluir, use o caracter -. Ex: comissões - saúde
Para buscar resultados com um termo ou suas palavras assemelhadas:
- digite as primeiras letras da palavra e complete com o caracter asterisco (não use como primeiro caracter do termo buscado). Ex: serv* para serviço, servidores; legis* para legislativo, legislação
Para substituir um caracter no meio ou fim da palavra:
- use o caracter ? para substituir uma letra (não use como primeiro caracter). Ex: inform?, para informe ou informo
-
Qual é o objetivo do Site?
O objetivo do Site é o de fornecer informações relevantes, sintéticas e atualizadas sobre as políticas públicas estaduais, além de dados e indicadores referentes à sua execução, de modo a subsidiar sua avaliação e fiscalização, por parte da população, e o cumprimento, por parte da ALMG, de seu compromisso de avaliar e fiscalizar as políticas públicas com foco em resultados.
-
Como foi feita a escolha dos temas das políticas públicas?
A escolha dos temas levou em consideração o planejamento do Estado de Minas Gerais, expresso principalmente no Plano Plurianual de Ação Governamental – PPAG –, e as atividades desenvolvidas na Assembleia Legislativa relacionadas ao ciclo de políticas públicas, especialmente aquelas desenvolvidas pelas Comissões, como reuniões, audiências públicas e visitas. Dessa forma, foram definidos 22 temas: Administração Pública; Agropecuária; Assistência Social; Ciência, Tecnologia e Inovação; Cultura; Defesa do Consumidor; Direitos Humanos; Educação; Energia; Esporte e Lazer; Finanças Públicas; Indústria, Comércio e Serviços; Meio Ambiente; Mineração; Municípios e Desenvolvimento Regional; Política Fundiária; Saneamento Básico; Saúde Pública; Segurança Pública; Trabalho, Emprego e Renda; Transporte e Trânsito; e Turismo.
-
Qual o conceito de região adotado no site?
A divisão territorial de Minas Gerais adotada no site observou a regionalização do planejamento orçamentário do Estado de Minas Gerais estabelecida tanto no Plano Mineiro de Desenvolvimento Integrado – PMDI –, desde a atualização de 2019, quanto no Plano Plurianual de Ação Governamental – PPAG –, também desde 2019.
Em ambos os planos foi adotada a regionalização do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE –, que, após estudos, definiu 13 Regiões Geográficas Intermediárias em Minas Gerais, as quais são utilizadas na parametrização da alocação de recursos orçamentários e no planejamento e gestão das metas físicas das políticas públicas estaduais. Em 2017, o IBGE definiu uma nova divisão regional que melhor se adequasse às complexidades territoriais geradas nos processos de mudanças sociais, econômicas, políticas e administrativas identificadas desde o final dos anos 1980, sobretudo após a promulgação da Constituição de 1988. Com essa alteração, as unidades microrregionais de cada estado passaram a receber o nome de Regiões Geográficas Imediatas, e as unidades mesorregionais, Regiões Geográficas Intermediárias.
Feita para subsidiar o planejamento, essa proposta de regionalização teve como referência os conceitos de “território-zona” e “território-rede”, articulando as concepções de espaço na dimensão mais fixa e estável, com a ideia de movimento (fluxos) e diferentes formas de mobilidade. O objetivo é possibilitar uma análise regional promovendo ao mesmo tempo uma coesão territorial com as diversidades e diferenças internas. Cada região intermediária leva o nome de sua cidade-polo. A Região Intermediária de Montes Claros, por exemplo, agrega os municípios da região do Norte de Minas.
-
Como foram definidas as 13 Regiões Geográficas Intermediárias?
Conforme consta no estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a divisão regional do território brasileiro tomou como base a identificação de cidades-polo e os municípios a ela vinculados. A proposta metodológica desenvolvida pelo IBGE foi elaborada em parceria com a Associação Nacional das Instituições de Planejamento, Pesquisa e Estatística – Anipes – com o propósito de instrumentalizar e incluir análises dos órgãos de planejamento estaduais em seu trabalho.
Para definir os nomes das Regiões Geográficas Intermediárias, o IBGE partiu das cidades-polo de maior influência regional, utilizando os seguintes estudos regionais do próprio instituto:
-
Regic 2007 – base conceitual e metodológica de referência, o estudo de Regiões de Influência das Cidades – Regic – identifica as regiões a partir de fluxos articulados pela rede urbana. Parte-se, portanto, da identificação de hierarquias de centros urbanos que delimitam áreas de influência a eles associados.
-
Divisão urbano-regional – com base no arcabouço conceitual desenvolvido na Regic, é feita uma divisão urbano-regional a partir do mapeamento dos fluxos articulados por sua rede urbana. O estudo identificou regiões em três escalas: Regiões Ampliadas de Articulação Urbana, Regiões Intermediárias de Articulação Urbana e Regiões Imediatas de Articulação Urbana.
-
Fluxos de gestão – observa quais são os polos que têm mais “capacidade de comando e controle” do ponto de vista tanto do Estado (presença de instituições públicas federais) quanto do mercado (presença de empresas privadas).
-
Estruturas de transporte e arranjos populacionais e concentrações urbanas – considera relações econômicas e sociais intrínsecas ao processo de urbanização.
Os estudos da divisão regional elaborada pelo IBGE contaram ainda com trabalhos de campo e visitas técnicas da equipe de seus pesquisadores, que discutiram as propostas de recortes com técnicos locais. Além da rede de agências e unidades estaduais do instituto, os pesquisadores consultaram secretarias ou institutos de planejamento dos estados e outras entidades voltados ao planejamento do território. As divisões regionais encaminhadas pela Anipes foram utilizadas para solucionar dúvidas pontuais.
Para mais informações a respeito da metodologia utilizada pelo IBGE, consultar: Divisão regional do Brasil em regiões geográficas imediatas e regiões geográficas intermediárias: 2017/IBGE, Coordenação de Geografia. Rio de Janeiro: IBGE, 2017. Disponível em: <https://www.ibge.gov.br>. Acesso em: 27 maio 2026.
-
-
Quais informações são municipalizadas?
O detalhamento das metas físicas e orçamentárias das políticas públicas (ações) se dá através da regionalização, que é uma exigência constitucional e se realiza por meio do detalhamento de localizadores, sendo que cada localizador corresponde a um município ou território. Desta forma, o valor global da ação, tanto físico quanto orçamentário, é extraído da soma dos valores dos municípios. No planejamento procura-se sempre fazer a regionalização das ações por município. No entanto, quando há alguma impossíbilidade técnica ou operacional, a regionalização é feita por Região Geográfica Intermediária. Da memsa forma, ao longo do ano, o acompanhamento das metas físicas e financeiras das ações também é feita por municípios. Além disso, também é apresentado no site o detalhamento dos investimentos em obras, com a respectiva descrição e detalhamento da regionalização por município e território, quando for o caso.
-
Por que alguns municípios não tem investimentos ou ações previstas?
Os recursos orçamentários do Estado para investimento em obras são limitados. Por este motivo, nem todos os 853 municípios mineiros tem obras em andamento em um determinado exercício orçamentário. A mesma situação pode acontecer com as ações relacionadas a serviços prestados pelo Estado. Muitas vezes, elas são direcionadas para municípios que concentram alguns serviços, como no caso da saúde, em que alguns municípios prestam serviços de média e alta complexidade, ou estão regionalizadas para a região onde o município se encontra.
-
O que é política pública no escopo do Site?
No escopo do Site, as políticas públicas resultam das atividades políticas e de gestão pública na alocação de recursos e na provisão de bens e serviços públicos. Referem-se a um sistema de decisões públicas que visa manter ou modificar a realidade por meio da definição de objetivos e estratégias de atuação e de alocação dos recursos necessários para se atingir os objetivos estabelecidos.
-
Quais são as fases do processo de formulação e implantação de uma política pública?
As fases do processo de formulação e implantação de uma política pública, que podem ocorrer simultaneamente, são:
-
identificação de um problema atual ou potencial e sua inclusão como demanda social na agenda pública;
-
formulação de alternativas para o enfrentamento do problema ou para a satisfação da demanda e seleção daquela considerada mais conveniente;
-
planejamento para a execução, por meio da organização do aparelho administrativo e dos recursos humanos, financeiros, materiais e tecnológicos;
-
implementação das atividades destinadas a atingir os objetivos da política pública;
-
monitoramento, por meio do acompanhamento da execução das atividades, a fim de assegurar a consecução dos objetivos;
-
avaliação, por meio da mensuração e da análise dos efeitos produzidos pelas políticas públicas na sociedade.
-
-
Qual é o público-alvo do Site?
O principal público do site é a população mineira interessada no monitoramento, avaliação e formulação de políticas públicas, bem como os Deputados e as Comissões da Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais. Destaca-se a população que participa presencialmente das audiências públicas realizadas com a finalidade de colher propostas para o aprimoramento do Plano Plurianual de Ação Governamental – PPAG – e para suas revisões.
-
Qual a estrutura utilizada para representar as políticas públicas?
A estrutura adotada para representação das políticas públicas neste site baseou-se no modelo de árvores, que, no contexto da Ciência da Computação e da Arquitetura de Informações, pressupõe a organização hierárquica dos dados. Uma árvore é composta por um elemento chamado raiz, que tem ligações com outros elementos, denominados galhos ou folhas. Esses galhos levam, por sua vez, a outros elementos que também podem possuir galhos. O elemento que não apresenta descendentes é uma folha, também chamado de nodo terminal. O elemento estruturador da árvore é o nodo; neste caso, a raiz é o nodo principal, enquanto galhos e folhas são nodos descendentes. É importante ressaltar que cada nodo representa uma política pública – que pode ser específica, caso seja uma folha da árvore, ou abrangente, caso o nodo se aproxime da raiz da árvore. O benefício da estrutura em árvores consiste na possibilidade de agrupamento de políticas públicas e dos recursos financeiros nelas envolvidos. Em uma estrutura hierárquica, ao fixar um nodo, é possível somar os recursos alocados e dispendidos nas estruturas descendentes desse nodo, o que permite o acompanhamento da execução orçamentária da política pública, seja ela específica ou abrangente.
-
Que tipo de informação o Site apresenta?
O Site apresenta um conjunto de textos que tratam do escopo da política, dos destinatários, de sua estrutura organizacional e de gestão e de financiamento. A legislação que referencia cada uma das políticas tratadas abrange normas constitucionais, legais e infralegais, nos âmbitos federal, estadual e, quando necessário, internacional. É apresentado também o monitoramento físico e financeiro das ações do planejamento do Estado de Minas Gerais que operacionalizam as políticas públicas, bem como aquele relacionado a dados e a indicadores. O site organiza, ainda, informações sobre a atuação da Assembleia Legislativa no âmbito de cada política pública. Assim, nas páginas de cada política pública, estão disponíveis as proposições legislativas em tramitação relacionadas ao tema e à atuação do Legislativo estadual no campo da fiscalização, com os requerimentos aprovados nas comissões, para o encaminhamento de pedidos de providências ou de informações a órgãos e entidades da administração pública. Da mesma forma, nessas mesmas páginas, os eventos realizados pelas comissões, como as audiências e debates públicos e as visitas técnicas, também são apresentados.
-
Qual é a fonte dos dados utilizados no monitoramento?
Os dados de monitoramento são provenientes de dois sistemas geridos pelo Executivo Estadual, recebidos e carregados em bases de dados da Assembleia Legislativa bimestralmente, de forma automática, a saber: – o Sistema Integrado de Administração Financeira – Siafi –; – e o Sistema de Informações Gerenciais e de Planejamento – Sigplan.

